domingo, 6 de maio de 2018

CRUZEIRO NO CARIBE


Dias 24/2 a 2/3

         Na manhã de 24/2 nosso motorista contratado, Pedro, nos pegou no hotel para nos levar ao embarque no navio para o cruzeiro. Antes, porém, nos levou a conhecer a área moderna de Cartagena, um istmo que se estende entre o mar e a baía de Bocagrande. Ali há uma grande concentração de prédios altos e modernos, residenciais e também hotéis, o que levou a chamarem a região de “Miami” ou “Panamá’”.














       Depois de conhecer a região e bater fotos, seguimos para o porto onde nosso navio já nos esperava. A companhia era a Pullmantur e o navio o Monarch. O embarque estava previsto para as 12:30 h, mas só foi feito bem depois e foi bem confuso. Cada um dos atendentes nos dava uma informação diferente e nos mandava para outra fila. Após idas e vindas, como já tínhamos feito nosso check-in, tivemos prioridade no embarque e subimos ao navio lá pelas 14 h. Fomos direto almoçar e depois tivemos que esperar a cabine ser liberada, o que só aconteceu por volta das 16:00 h.









        O navio era bem grande, para 2.733 passageiros, entretanto estávamos com 2.000 nesse cruzeiro. Nossa cabine era externa, sem varanda e tinha um bom espaço – similar a outras que já ficamos na Royal Caribean, mas não tinha frigobar.



       Assim como nos demais cruzeiros, havia uma programação de shows à noite nos horários alternados com o jantar, shows com cantores nos diversos bares do navio, animação na piscina e no hall central do navio etc. A cada noite o show era diferente, entretanto já vimos bem melhores em outros cruzeiros.

       O nosso pacote era “all inclusive”, mas logo ao chegar ao navio começaram a nos oferecer um “upgrade” por U$14,00 por dia para bebidas Premium no pacote, donde viemos a constatar que as bebidas oferecidas não eram da melhor qualidade. Ao mesmo tempo, também tivemos que adquirir um pacote de água para poder ter água na cabine, já que a água oferecida no pacote era servida em copo e, portanto, impossível de ser levada para o quarto. Achamos isso inadmissível em um pacote all inclusive!!!

        O primeiro dia do cruzeiro foi de navegação. Passamos o dia conhecendo o navio, curtindo a piscina, fazendo exercício na academia etc. À noite foi a “Noite do Comandante”, com um coquetel e apresentação dos chefes de setores da tripulação e do Comandante.



































        No segundo dia amanhecemos em CURAÇAO, um país insular que fez parte das Antilhas Holandesas e desde 2007 é um país do Reino dos Países Baixos, cuja capital e maior cidade é Willemstad. Escolhemos uma das excursões terrestres oferecidas pelo navio e que faria um tour pela ilha e depois nos levaria a uma praia. Como nossa excursão era à tarde, pela manhã desembarcamos e fomos até a cidade para conhecer e fazer compras. As casas à beira da baía são bem coloridas. A cidade se divide em Punda e Otrobanda, e são ligadas por uma ponte flutuante que se abre quando há barcos para passar. Curaçao tem cerca de 150 mil habitantes e tem forte influência holandesa além do seu lado latino.












      A nossa excursão seguiu para uma fábrica de Licor Curaçao para degustação e compras, depois para uma loja de artesanatos muito fraca, onde o que havia de bom era uma bela vista da cidade e da baía e finalizamos em uma praia muito bonita e limpa, com uma boa estrutura de bares, restaurantes etc, mas que era preciso pagar entrada. Gostamos muito da praia, mas a excursão achamos muito fraca. Seria melhor apenas a ida à praia, pois não tinha muita coisa para ser vista além da praia e do centro da cidade.













          No terceiro dia chegamos a Bonaire, o paraíso dos mergulhadores e local de lindas águas azuis. Aqui também escolhemos uma excursão do navio, mas apenas para dar um giro pela ilha. Já nos tinham informado que Bonaire não tinha muito que fazer a não ser mergulhar. Devíamos ter escolhido um passeio para mergulho, pois a água realmente é maravilhosa, de um azul indescritível – falha nossa. O navio contrata uma excursão local e eles ficam rodando a ilha contando a história local e mostrando a paisagem. Só que a estrada nem sempre passa perto da água, que é o mais bonito que há por lá. Ao final, rodamos a ilha de ponta a ponta. Passamos por uma salina, que é uma das fontes de renda local. E também fomos a um pequeno museu, meio sem graça!
        
          Bonaire é um território autônomo do Reino dos Países Baixos, sua capital é Kralendjik, e o país tem 20.000 habitantes.
































       No quarto dia chegamos à Aruba, a maior das ilhas “ABC”, com uma população de 104.000 habitantes, e um território autônomo do Reino dos Países Baixos, cuja capital é Oranjestad. Aruba diferencia-se das outras duas por ser maior, ter mais infraestrutura, uma grande rede hoteleira, cassinos, shoppings, mais ao estilo americano.







         Aqui também escolhemos uma excursão do navio que fazia um tour pela ilha e depois nos levada à praia de Eagle Beach. A excursão nos levou à formação rochosa de Casibari, à Ponte Natural, ao Farol Califórnia, passamos pela praia de Palm Beach, onde ficam os grandes resorts e por fim fomos à praia em Eagle Beache, uma linda praia de águas cristalinas e areias brancas. Realmente, Aruba é a melhor das três para turismo.























        O quinto dia foi novamente de navegação rumo ao Panamá e pudemos mais uma vez aproveitar o lazer a bordo – piscina, academia, etc. Achamos que as áreas comuns eram subdimensionadas e estavam sempre todas muito cheias. Os passageiros não seguem muito as regras “sociais” do navio e guardam as cadeiras da piscina deixando as toalhas lá quando saem do local, deixam crianças pulando na piscina de adultos, enfim, mesmos possuindo todas as regras escritas, as mesmas não são exigidas, o que dá um ar de anarquia em todos os procedimentos a bordo.














     No sexto dia amanhecemos em Colón, no Panamá. Aqui nós desembarcamos, embora o cruzeiro só terminasse em Cartagena. Havíamos informado que iríamos desembarcar e o próprio pessoal do navio tomou as providências alfandegárias para o desembarque.
      
          Chegando a Colón contratamos uma van bem em frente ao Porto para nos levar a Ciudad de Panamá e após 1:30 h estávamos em nosso hotel.
       
           Resumindo nosso cruzeiro, penso que o roteiro é muito bom – gostamos das ilhas, mas não faria excursões pela ilha e sim apenas para ir a praia ou fazer mergulhos, pois esse é o forte dessas ilhas. Tivemos uma “degustação” desses locais o que facilita a escolha para um passeio futuro. Quanto ao cruzeiro propriamente dito, não faria novamente com essa companhia – achei o “all inclusive” fajuto, no qual a gente tem que comprar água, os shows noturnos deixam muito a desejar e a comida também não é lá grandes coisas, além do nível de educação dos empregados que deixa muito a desejar. Parecia que eles estavam fazendo favores para nos atender.
NÃO GOSTAMOS!

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