Dias 24/2 a 2/3
Na manhã de 24/2 nosso motorista
contratado, Pedro, nos pegou no hotel para nos levar ao embarque no navio para
o cruzeiro. Antes, porém, nos levou a conhecer a área moderna de Cartagena, um
istmo que se estende entre o mar e a baía de Bocagrande. Ali há uma grande
concentração de prédios altos e modernos, residenciais e também hotéis, o que
levou a chamarem a região de “Miami” ou “Panamá’”.
Depois de conhecer a região e bater
fotos, seguimos para o porto onde nosso navio já nos esperava. A companhia era
a Pullmantur e o navio o Monarch. O embarque estava previsto para as 12:30 h,
mas só foi feito bem depois e foi bem confuso. Cada um dos atendentes nos dava
uma informação diferente e nos mandava para outra fila. Após idas e vindas, como
já tínhamos feito nosso check-in, tivemos prioridade no embarque e subimos ao
navio lá pelas 14 h. Fomos direto almoçar e depois tivemos que esperar a cabine
ser liberada, o que só aconteceu por volta das 16:00 h.
O navio era bem grande, para 2.733 passageiros,
entretanto estávamos com 2.000 nesse cruzeiro. Nossa cabine era externa, sem
varanda e tinha um bom espaço – similar a outras que já ficamos na Royal
Caribean, mas não tinha frigobar.
Assim como nos demais cruzeiros, havia
uma programação de shows à noite nos horários alternados com o jantar, shows
com cantores nos diversos bares do navio, animação na piscina e no hall central
do navio etc. A cada noite o show era diferente, entretanto já vimos bem
melhores em outros cruzeiros.
O nosso pacote era “all inclusive”, mas
logo ao chegar ao navio começaram a nos oferecer um “upgrade” por U$14,00 por
dia para bebidas Premium no pacote, donde viemos a constatar que as bebidas
oferecidas não eram da melhor qualidade. Ao mesmo tempo, também tivemos que
adquirir um pacote de água para poder ter água na cabine, já que a água
oferecida no pacote era servida em copo e, portanto, impossível de ser levada
para o quarto. Achamos isso inadmissível em um pacote all inclusive!!!
O primeiro dia do cruzeiro foi de
navegação. Passamos o dia conhecendo o navio, curtindo a piscina, fazendo
exercício na academia etc. À noite foi a “Noite do Comandante”, com um coquetel
e apresentação dos chefes de setores da tripulação e do Comandante.
No segundo dia amanhecemos em CURAÇAO,
um país insular que fez parte das Antilhas Holandesas e desde 2007 é um país do
Reino dos Países Baixos, cuja capital e maior cidade é Willemstad. Escolhemos
uma das excursões terrestres oferecidas pelo navio e que faria um tour pela
ilha e depois nos levaria a uma praia. Como nossa excursão era à tarde, pela
manhã desembarcamos e fomos até a cidade para conhecer e fazer compras. As
casas à beira da baía são bem coloridas. A cidade se divide em Punda e
Otrobanda, e são ligadas por uma ponte flutuante que se abre quando há barcos
para passar. Curaçao tem cerca de 150 mil habitantes e tem forte influência
holandesa além do seu lado latino.
A nossa excursão seguiu para uma fábrica
de Licor Curaçao para degustação e compras, depois para uma loja de artesanatos
muito fraca, onde o que havia de bom era uma bela vista da cidade e da baía e
finalizamos em uma praia muito bonita e limpa, com uma boa estrutura de bares,
restaurantes etc, mas que era preciso pagar entrada. Gostamos muito da praia,
mas a excursão achamos muito fraca. Seria melhor apenas a ida à praia, pois não
tinha muita coisa para ser vista além da praia e do centro da cidade.
No terceiro dia chegamos a Bonaire, o
paraíso dos mergulhadores e local de lindas águas azuis. Aqui também escolhemos
uma excursão do navio, mas apenas para dar um giro pela ilha. Já nos tinham
informado que Bonaire não tinha muito que fazer a não ser mergulhar. Devíamos
ter escolhido um passeio para mergulho, pois a água realmente é maravilhosa, de
um azul indescritível – falha nossa. O navio contrata uma excursão local e eles
ficam rodando a ilha contando a história local e mostrando a paisagem. Só que a
estrada nem sempre passa perto da água, que é o mais bonito que há por lá. Ao
final, rodamos a ilha de ponta a ponta. Passamos por uma salina, que é uma das
fontes de renda local. E também fomos a um pequeno museu, meio sem graça!
Bonaire é um território autônomo do
Reino dos Países Baixos, sua capital é Kralendjik, e o país tem 20.000
habitantes.
No quarto dia chegamos à Aruba, a maior
das ilhas “ABC”, com uma população de 104.000 habitantes, e um território autônomo
do Reino dos Países Baixos, cuja capital é Oranjestad. Aruba diferencia-se das
outras duas por ser maior, ter mais infraestrutura, uma grande rede hoteleira,
cassinos, shoppings, mais ao estilo americano.
Aqui também escolhemos uma excursão do
navio que fazia um tour pela ilha e depois nos levada à praia de Eagle Beach. A
excursão nos levou à formação rochosa de Casibari, à Ponte Natural, ao Farol
Califórnia, passamos pela praia de Palm Beach, onde ficam os grandes resorts e
por fim fomos à praia em Eagle Beache, uma linda praia de águas cristalinas e
areias brancas. Realmente, Aruba é a melhor das três para turismo.
O quinto dia foi novamente de navegação
rumo ao Panamá e pudemos mais uma vez aproveitar o lazer a bordo – piscina,
academia, etc. Achamos que as áreas comuns eram subdimensionadas e estavam
sempre todas muito cheias. Os passageiros não seguem muito as regras “sociais”
do navio e guardam as cadeiras da piscina deixando as toalhas lá quando saem do
local, deixam crianças pulando na piscina de adultos, enfim, mesmos possuindo
todas as regras escritas, as mesmas não são exigidas, o que dá um ar de
anarquia em todos os procedimentos a bordo.
No sexto dia amanhecemos em Colón, no
Panamá. Aqui nós desembarcamos, embora o cruzeiro só terminasse em Cartagena.
Havíamos informado que iríamos desembarcar e o próprio pessoal do navio tomou
as providências alfandegárias para o desembarque.
Chegando a Colón contratamos uma van bem
em frente ao Porto para nos levar a Ciudad de Panamá e após 1:30 h estávamos em
nosso hotel.
Resumindo nosso cruzeiro, penso que o
roteiro é muito bom – gostamos das ilhas, mas não faria excursões pela ilha e sim
apenas para ir a praia ou fazer mergulhos, pois esse é o forte dessas ilhas.
Tivemos uma “degustação” desses locais o que facilita a escolha para um passeio
futuro. Quanto ao cruzeiro propriamente dito, não faria novamente com essa
companhia – achei o “all inclusive” fajuto, no qual a gente tem que comprar
água, os shows noturnos deixam muito a desejar e a comida também não é lá
grandes coisas, além do nível de educação dos empregados que deixa muito a
desejar. Parecia que eles estavam fazendo favores para nos atender.
NÃO
GOSTAMOS!







































































































































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